terça-feira, 2 de novembro de 2010
Idéias instalação
O local escolhido é a fachada na R. Rio Grande do Norte, devido principalmente à seu portão, que é não dá acesso a lugar nenhum, pois tem uma parede logo atrás dele.
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Devido ao portão não ser entrada de nada, tivemos a ideia de fazer alguma coisa bem surreal, como se o portão fosse um portal, que levasse à um outro mundo, usar elementos bem coloridos, formas geométricas, com estapas inspiradas na op art.
E decidimos colocar todos esses elementos em um tapete.
Também pensamos em fazer um cubo, todo espelhado por dentro, inspirado na obra Vertigem, dos Gêmeos, onde a pessoa pode entrar num cubo e ver sua imagem refletida infinitas vezes...
Depois de todas as crítcas, descartamos o cubo espelhado e mantivemos o tapete, mas mudando sua temática, ao invés de tentar realçar o portão "inútil", resolvemos dar ênfase às diferenças da fachada antiga e do prédio moderno, usando coisas que remetessem ao antigo e ao novo, ao clássico e ao moderno. Tivemos a ideia de utilizar vários cds, montando um tapete só, coberto de cds, mas desistimos pois a idéia não desenvolveu muito e também por se tratar de um material muito difícil de trabalhar.
Continuando com a idéia de antigo e novo, pensamos em usar relógios, vários, rodando em diferentes velocidades, que fossem ativados quando as pessoas pisassem no tapete (a única ideia mantida desde o começo).
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
MIT media lab (resumo)
O MIT media lab foi criado em 1980 a partir do trabalho do Architecture Machine Group do MIT, e ainda permanece na escola de Arquitetura e Urbanismo do MIT (Massachusetts Institute of Technology), e é um laboratório onde são feitas pesquisas em cima da interação com a tecnologia.
Entre os vários grupos de pesquisa do MIT media lab, temos:
- Fluid Interfaces: respensa as formas de interação com as informações e serviços digitais. Quer intensificar os objetos do cotidiano e os espaços que nos rodeiam, para oferecer oportunidade de aprendizado e interação.
site do grupo: http://fluid.media.mit.edu/projects.html?action=details&id=79
- High-Low Tech quer envolver o público em projetar e construir as suas próprias tecnologias, situando a computação em novos contextos, quer inspirar e estudar as comunidades que irão projetar suas tecnologias.

site da pesquisa: http://web.media.mit.edu/~mellis/fabfm/
site do grupo: http://hlt.media.mit.edu/?cat=5
- Object-Based Media explora a forma como a distribuição de inteligência computacional pode fazer ricas conexões entre pessoas. Realiza pesquisas para o futuro da comunicação visual, eletrônica e de expressão para conectar pessoas em extremidades, para isso, desenvolve hardwares e softwares que suportem suas exigências.
vídeo: http://web.media.mit.edu/~lifeform/NeverendingDrawing-small.mov
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Cildo Meireles
Cildo Meireles nasceu no Rio de Janeiro, em 1948, e começou a estudar arte em 1963, na Fundação Cultural do Distrito Federal, em Brasília, orientado pelo pintor peruano Félise Berranechea e fazendo desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas. Em 1967, teve sua primeira exposição individual de desenhos, no Museu de Arte Moderna da Bahia. Nesse mesmo ano, se transferiu para o Rio de Janeiro, onde estudou por dois meses na Escola Nacional de Belas Artes. Ele é um dos fundadores da Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Cildo desempenha um papel chave na produção artistica nacional e internacional, e é um dos principais colaboradores do Neoconcretismo, e como ele mesmo disse: "O que me atraiu no neoconcretismo foi a possibilidade de pensar sobre arte em termos que não se limitassem os visual.". De acordo com o site http://www.galerialuisastrina.com.br/ ele "cria os objetos e as instalações que acoplam diretamento o visor em uma experiência sensorial completa, questionando, entre outros temas, o regime militar brasileiro e a dependência do país na economia global", o que mostra a arte que não visa somente o belo.
Em suas intervenções Cildo busca explorar os limites da representação e da percepção dos espectadores, frequentemente mesclando e incorporando em seus trabalhos os sentidos da audição, do olfato e do tato, ampliando o campo visual da obra e requisitando o envolvimento completo da percepção do receptor.
Algumas de suas obras: Tiradentes - Totem-monumento ao Preso Político (1970), Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Coca-Cola (1970), Quem Matou Herzog? (1970), Missão - Missões: Como construir catedrais (1987), Zero Cruzeiro e Zero Centavo (ambos de 1974-1978) e Zero Dollar (1978-1994).
Em Inhotim, poderemos encontrar as obras: Através; Camelô; Desvio para o vermelho I: Impregnação, II: Entorno, III: Desvio; Glove Trotter; Inmensa; Inserções em circuitos ideológicos: Projeto cédula; Inserções em circuitos ideológicos: Projeto Coca-Cola; Zero Cruzeiro; e Zero Dollar.
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| Inmensa |
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| Glove Trotter |
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| Desvio para o vermelho |
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Estratégias de apropriações do espaço
Parkour ou Le Parkour é uma disciplina em que os praticantes, "traceur" ou "trauceuse" (no feminino), sobrepõe obstáculos de forma rápida, direta e ágil, através de saltos, rolamentos e escaladas, tendo o próprio corpo como única ferramenta. David Belle e os irmãos Yahn, Frederic Hnautra e David Malgogne se encontraram nas ruas de Lisses, em Paris e criaram o Parkour moderno, para buscar a forma física plena e para vencer desafios. Eles se inspiraram no percurso de obstáculos desenvolvido por Georges Hébert (1875-1957), pioneiro na prática de educação física na França como parte de seu "Méthode Naturelle" ou Método Natural de Educação Física, concebido no início dos anos 20 e que foi utilizado por soldados franceses na Guerra do Vietnã para realizar resgates. Em 1997, David Belle gravou algumas propagandas e matérias para a televisão francesa mostrando o que ele e seus seguidores eram capazes de fazer com o corpo e dessa forma, devagar, a pratica começou a se dissipar pelo mundo.A Deriva seria a apropriação do espaço pelo pedestre, ao andar sem rumo, ao se deixar levar pela desorientação da cidade, seu fruir, fazendo um trajeto dirigido pela indeterminação. Ela leva a estabelecer o levantamento das articulações psicogeográficas de uma cidade moderna, suas diferentes unidades de ambiente e habitação. A teoriada deriva foi criada pelo fundador do Manifesto da Internacional Situacionista, Guy Debord, que assumia uma postura "contra-cultura" numa época que ele mesmo denominava como a "sociedade do espetáculo". Ele se recusava a entrar no enquadramento sugerido pelos conceitos de "usuários-tipo", clássica do Estilo Internacional e do Movimento Moderno.
Flauner é um observador que caminha tranquilamente pelas ruas, apreendendo cada detalhe, sem ser notado, sem se inserir na paisagem, buscando uma nova percepçao da cidadade. O flâuner apareceu como o contraponto do burguês, que dedicava grande parte do seu tempo ao mundo dos negócios. A flâniere conseguiu se solidificar como a experiência própria daquele que gostava de perambular pelas ruas apenas para observar ao seu redor, sem se importarcom o tempo e tendo a rua como matéria-prima e fonte de inspiração.
Flash Mob é a abreviação do termo em inglês “flash mobilization”, que significa mobilização rápida. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada, em que a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade. Em geral os Flash Mobs são organizados pela internet, com pessoas que nunca se viram pessoalmente ou mesmo que tenham se falado online, com a intenção de fazer uma coisa surreal e divertida. O primeiro Flash Mob que se tem notícia aconteceu em 2003, em que cerca de 100 pessoas entraram repentinamente em uma loja em Manhattan e ficaram em volta de um tapete específico.
"Silent Rave" Flash Mob em que as pessoas combinaram de dançar na Estação de Trem em Londres, como em uma rave, só que sem sistema de som, ouvindo seus MP3.
"Freeze" Flash Mob em que mais de 200 pessoas ficaram paradas na Grand Central Station, em Nova York.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
FAD
Só hoje pude ir ao festival de arte digital, então não consegui ver nenhuma performance ou palestra, infelizmente. Mas acho que só o que está exposto já vale a visita. Achei as tecnologias usadas muito interessantes e a criatividade dos criadores muito grande, e é isso que torna a ida ao fad tão interessante. Gostei muito da visita, lógico que mais de umas obras do que de outras, mas o festival em si, achei muito bom.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Visita à Pampulha
Mesmo sendo de Belo Horizonte, fui poucas vezes ao Museu de Arte e à Casa do Baile, apesar dessas obras terem sempre chamado minha atenção. Pela primeira vez, tentei olhá-las como uma futura arquiteta, prestando atenção em tudo, desde as coisas mais visíveis até os menores detalhes, além de tentar imaginar como eram antigamente, o museu funcionando como um cassino e a casa do baile como um restaurante e um lugar para dançar.
Ambas as construções são muito bonitas, por utilizar formas arredondadas, serem sustentadas por pilastras, contrariando assim o padrão da época.
No Museu, o cuidado com a colocação das pedras me impressionou muito, além dos jardins, que são essenciais para a beleza do lugar, e ao mesmo tempo que passam a idéia de naturais, podemos perceber que seguem o contorno da construção, sendo parte dela.
Na Casa do Baile, o que mais me impressiona é a marquise em curvas, que aparentemente, não tem explicação para existir mas que se torna o símbolo da obra. Gostei muito também da genialidade para "esconder" as áreas como cozinha e banheiros.
É muito bom termos tão perto de nós obras tão bonitas e reconhecidas, mas é triste observarmos como o Museu está mal cuidado (com azulejos quebrados, cortinas caindo e lixo nos jardins) e como a reforma da Casa do Baile foi mal executada, descaracterizando a obra.
sábado, 21 de agosto de 2010
Performance
Acima está o vídeo da performance do meu grupo (Larissa, Letícia, Luíza, Maíra, Patrícia e Viviane), na escada do hall... Como não se explica uma performance, assista! :)
domingo, 15 de agosto de 2010
Retrato 2
Ao refazer o retrato da Laura, tentei achar formas diferentes do primeiro trabalho para retratá-la, mas como a conheço pouco, não tive muitas possibilidades, então mantive a linha do trabalho anterior, mostrando seu gosto por esportes (principalmente o skate), música e viagens, mas de uma forma um pouco mais trabalhada. Apesar de não ter evoluído muito no uso do photoshop, acho que ficou melhor, espero que achem também.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Retrato Laura
Primeiro trabalho de Ateliê e o desafio de representar a Laura, uma colega até então desconhecida, através de um trabalho no photoshop, um programa que eu nunca havia usado. Tentei mostrar através da imagem o que descobri ser as grandes paixões de Laura: música, viagens e esportes, principalmente o skate. Espero que ela goste!
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